Empresários defendem estruturas para rentabilizar investimentos

Presidente da AEViVer defende aposta na fibra ótica e nos parques industriais

Dia: 19 de Janeiro de 2012
Fonte: Jornal "TERRAS DO HOMEM"

A Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer) quer ver instalada a rede de fibra ótica, para o acesso mais rápido das empresas à internet, e requalificados os acessos aos parques industriais de Oleiros e de Gême. É uma aposta para rentabilizar a atuação das empresas sediadas no concelho e para atrair novos investimentos que poderão ter grande impacto da dinamização da economia da região.

O acesso ao Parque Industrial de Oleiros a partir da EN 201 e ER205, na zona sul do concelho, assim como as ligações ao Parque Industrial de Gême junto à EN101, na zona norte do concelho, merecem também uma atenção especial da associação, cujos líderes recentemente eleitos deram a conhecer já alguns traços do seu plano de intervenção ao presidente da Câmara Municipal.

"Trata-se de investimentos estruturais que são fundamentais para o progresso do tecido empresarial do concelho e para a fixação de novas empresas e mais emprego no concelho, como são o caso das acessibilidades a áreas industriais e da instalação de fibra ótica", defendeu o presidente da AEViVer, José Morais.

O empresário, que liderou uma equipa com elementos do Conselho de Administração e pelos presidentes da Assembleia Geral e do Conselho Fiscal que se reuniu com António Vilela, manifestou a sua satisfação pelo "reconhecimento do empenho e dos esforços desenvolvidos pelo presidente da Câmara de Vila Verde para a concretização destes investimentos estruturais,tendo dado conta de reuniões que tem vindo a promover junto do Governo".

"É minha forte convicção que o tecido empresarial do conselho pode expandir-se, se formos capazes de juntar as energias dos diferentes agentes de desenvolvimento a favor de uma política assente na inovação, de forma a cooptarmos mais investimento", sustentou José Morais.

O líder associativo adiantou que a AEViVer está fortemente empenhada em assegurar aos seus associados "formação adequada e mecanismos de informação e sensibilização, com o objectivo de assegurar os melhores e mais eficazes recursos para responder aos desafios permanentes do mercado global em que estamos inseridos".

"Importa reforçar a competitividade do tecido empresarial, apostando em formação centrada nas problemáticas reais das empresas, potenciando-se, desta forma, o seu know how e promovendo a inovação", explicou.

A AEViver está já igualmente a diligenciar, no sentido de "criar um gabinete de apoio ao jovem empresário, facultando os instrumentos necessários à criação da sua empresa e garantindo apoio administrativo".

Segundo José Morais, "nos tempos que correm, as empresas têm que assumir estratégias comuns e rentabilizar recursos para fazerem vingar posições num mundo extremamente globalizado. É no agregar das empresas que, na AEViVer, conseguimos sentir os seus problemas, as suas necessidades, permitindo refletir em equipa, com uma filosofia de co-operação e colaboração, criando os mecanismos essenciais para o desenvolvimento de um tecido empresarial forte e competitivo".

Direção da AEViVer reúne com António Vilela

Dia: 5 de Janeiro de 2012
Fonte: Jornal "O VILAVERDENSE"

A nova direção da Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer) reuniu, esta semana, com o presidente da Câmara, António Vilela. Um encontro onde a equipa liderada por José Morais, da empresa Verdedata, para além de se apresentar, aproveitou para abordar alguns temas e atividades que irão desenvolver nos próximos meses. A associação revelou que, muito em breve, irá arrancar uma forte campanha de promoção de empresas de Vila Verde. Alguns 'outdoors' irão ser colocados em zonas estratégicas do concelho e 'flyers' irão chegar às casas das pessoas.(...) A AEViVer considera que "2012 será um ano difícil e em que a ajuda de todos é fundamental. Por isso, e como já foi tornado público, é importante ajudar, aconselhar e apresentar possíveis soluções aos empresários para minimizarem os impactos da crise." Recorde-se que as eleições realizadas no início do mês de Dezembro tiveram uma forte adesão dos sócios que quiseram dar um sinal de que estão com os propósitos e objectivos pelas quais a Associação foi criada. Nesta altura, há mais de 100 empresas que se fizeram associadas, mas nos próximos meses o numero pode aumentar substancialmente.

A Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer) realizou, ontem, na Vila de Prado uma jornada junto do comércio local que culminou com a realização da Assembleia Geral, decorrida no sobrelotado auditório da Junta de Freguesia. Foi, de acordo com os responsáveis da associação, "uma jornada extremamente profíqua, não só para fomentar contactos e relações de intercomunicação com os empresários locais sobre a realidade económica local, mas sobretudo para estabelecer pontes de colaboração para a cooperação no encontro de soluções e alternativas que ajudem a superar dificuldades e abrir novas portas de dinamização empresarial".
 
Perante mais de uma centena de empresários que quis marcar presença na Assembleia Geral, o presidente da direção da AEViVer, José Morais, começou por apresentar o relatório de contas de 2012, sublinhando o facto de a associação "prosseguir uma intensa atividade e um vasto programa de ações de apoio às empresas e dinamização do tecido empresarial do concelho, conseguindo fechar o ano com as contas todas pagas e sem recurso a quaisquer dinheiros públicos".
 
Do vasto conjunto de atividades que foram realizadas ao longo do ano, José Morais destacou a formação para empresários na área de gestão e administrativa. O elenco de atividades incluiu a assinatura de protocolos com associações empresariais internacionais e a realização de reuniões de trabalho com embaixadas e autarquias locais. O líder da AEViVer realçou o protocolo com a Associação Industrial de Moçambique (AIMO-FI) para apoio à instalação de empresas, o que "reforçou a capacidade de intervenção da associação vilaverdense no campo internacional".
 
A realização de campanhas de promoção e valorização do comércio local, a formalização de candidaturas a fundos nacionais e europeus, bem como a divulgação de programas comunitários de estímulo à criação de emprego e a formação ao nível das alterações no código de trabalho e regras de faturação, mereceram também nota de destaque na intervenção de José Morais.
 
O presidente da Junta da Vila de Prado, Paulo Gomes, interveio depois para apresentar programas comunitários para Micro e Pequenas e Médias Empresas, uma porta que os empresários podem utilizar para alavancar os seus negócios. O autarca local defendeu as oportunidades de apoio ao investimento disponíveis através dos programas Compete e Vale Empreendedorismo, direcionados para as PME's.
 
Por seu turno, os economistas Vítor Andrade e Nuno Sousa, do BPI, apresentaram as ofertas bancárias para empreendedorismo, comércio, agricultura e exportação, com spreads de 0 a 1,5%. Lançaram o repto para os empresários recuperarem a disponibilidade para consultarem a instituição bancária sobre apoios existentes para as empresas.
 
A finalizar, foi a vez dos empresários vilaverdenses Manuel Fernandes e João Cruzeiro - sócios de investimentos já implantados em território estrangeiro, nomeadamente em Moçambique - apresentarem estratégias para as empresas se implementarem em Moçambique, bem como estabelecer parcerias e oportunidades de negócio naquele país lusófono.
 
Visita ao comércio local angaria mais 55 sócios
 
Durante a tarde, o presidente e o vice-presidente da AEViVer, José Morais e Jorge Pereira, respetivamente, foram acompanhados pelo presidente da Junta da Vila de Prado, Paulo Gomes, e pelo comerciante local Manuel Gonçalves, num périplo de visitas a vários estabelecimentos comerciais ouvindo preocupações e opiniões de quem no terreno, se debate, todos os dias, com novos desafios.
 
O périplo terminou na  «Tipoprado», uma empresa de referência do concelho e em franca expansão comercial que originou, inclusive, a criação de novos postos de trabalho. Com esta visita, a direção da AEViVer angariou mais 55 sócios a juntar às cerca de quatro centenas que já fazem parte das fileiras da Associação.

Artigo publicado no Jornal Terras do Homem online, ver mais aqui

GNR de Vila Verde organiza workshop sobre segurança no comércio.

Dia: 17 de Agosto de 2012

O comando do posto da GNR de Vila Verde promove esta sexta-feira, dia 17, um workshop sobre ´Segurança no Comércio´. Mobilizando especialistas em investigação criminal e políticos, a iniciativa visa sensibilizar os empresários para a importância da segurança no desenvolvimento e dinamismo económico.
O eurodeputado José Manuel Fernandes é um dos oradores convidados para a sessão, agendada para as 21h30, no auditório da Escola Profissional Amar Terra Verde.
O deputado João Lobo será o moderador das intervenções dos investigadores criminais da GNR, num painel que juntará o Sargento-Ajudante Esteves, Comandante do Posto da GNR em Vila Verde, o Cabo Cunha, Chefe da Equipa de Investigação e Inquéritos, e o Guarda Soares, da Equipa de Investigação e Inquéritos.
O comandante distrital da GNR, Coronel Mota Gonçalves, assumirá a abertura do evento, em que conta com a colaboração da Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer). Para o encerramento, está prevista a intervenção do presidente da Câmara de Vila Verde, António Vilela.
No painel de intervenções, os militares dos quadros da investigação criminal da GNR vão explicar medidas e atitudes pró-ativas, de prevenção e reação, face à criminalidade, vista neste panorama como um entrave ao desenvolvimento económico. A perspetiva europeia sobre o impacto da segurança no desenvolvimento e na dinâmica será explicada pelo deputado no Parlamento Europeu, José Manuel Fernandes.
Parceira nesta iniciativa, a Associação Empresarial de Vila Verde encara o workshop como uma oportunidade para os empresários do concelho assumirem uma atitude que represente menos riscos e maior estabilidade, enquanto fator de desenvolvimento e crescimento económico.
Porque "empreendedorismo também é segurança", os promotores do evento consideram que é de extrema importância explicar aos empresários intervenções, formas de atuar e programas especiais com vista a reduzir riscos e contrariar com maior eficácia as situações de criminalidade.
Esta iniciativa surge no âmbito do programa nacional ´Comércio Seguro´, que agora é adaptado à realidade vilaverdense. Como explica o comandante da GNR de Vila Verde, Vítor Esteves, o objetivo é "sensibilizar os comerciantes para a nova criminalidade, prepará-los e mobilizá-los para uma atitude pró-ativa de prevenção e combate a riscos e focos de criminalidade".

A Associação Empresarial de Vila Verde (AEViVer) vai proporcionar às empresas associadas um programa de formação e ações de consultadoria depois de aprovada uma candidatura conjunta ao 'Formação PME'. Direcionada para as micro, pequenas e médias empresas, a formação será completamente gratuita e dirigida por consultores e formadores seniores.
 
Os blocos formativos vão habilitar os formandos na preparação de dossiers de internacionalização, darão ferramentas para melhorar os processos de análise, planeamento e gestão bem como de outras necessidades identificadas pelas empresas.
 
Segundo o presidente da AEVIVER, José Morais, “a Associação Empresarial de Vila Verde pretende com estas medidas promover a competitividade das micro, pequenas e médias empresas  associadas proporcionando-lhes um desenvolvimento sustentado das suas formas de organização e gestão, aumentando o nível de qualificação dos seus ativos, especialmente preparação das mesmas para os mercados internacionais”.
 
De acordo com os dirigentes da Associação, a AEViVer “está a desenvolver uma estratégia de expansão global que passa por desenvolver parcerias económicas com países em zonas de forte crescimento”. “As empresas da região estão a passar por dificuldades económicas, prevendo-se que nos próximos dois anos não haja grandes melhorias. Por isso, a AEViVer tem, também, como missão explanada no seu plano de atividades, abrir portas e janelas de oportunidade globais para que os empresários possam expandir os seus negócios”, refere o presidente da AEViVer, José Morais, acrescentando que “mesmo quem já está implantado no terreno precisa de apoio, sobretudo logístico, na prossecução dos seus negócios”. “Este também é, por isso, um dos objetivos primordiais da AEViVer”, garante.
 
Moçambique, Timor, China, Paraguai são alguns dos países com quem a AEViVer já tem contatos empresariais e com os quais está a desenvolver uma estratégia global que “abrirá as portas de vários pontos do mundo aos empresários do concelho”, refere ainda José Morais.

Artigo publicado no Jornal Terras do Homem online, ver mais aqui. (14-02-2013)